Bets nunca mais

Bets nunca mais.

O Lobby para a volta das Bets já começou. O STF foi acionado e o ministro responsável é Luiz Fux.

Só uma ampla mobilização nacional vai impedir que a máquina de fazer dinheiro às custas dos pobres volte a funcionar.

Bets nunca mais: uma ampla campanha popular

O Lobby para a volta das Bets já começou no STF, sob a responsabilidade do ministro Luiz Fux. De saída ele chamou para uma audiência pública só as partes favoráveis à volta da jogatina.

As declarações dos presidentes do Fluminense e do Flamengo foram revoltantes.

A pressão popular começou e ele foi obrigado a chamar quem defendesse a decisão do governo.

O drama de uma família endividada não pode ser maior do que o drama de uma família que vai ter que sofrer os efeitos do desemprego, que é o que vai acontecer na cadeia do futebol, especialmente das agremiações menores, com base nessa perda de receita

Está  em curso uma campanha de coleta de assinaturas dirigidas ao STF para defender a continuidade da proibição das  Bets. Sem uma ampla participação popular, o lobby das Bets vai aumentar e em breve estará pressionando o Congresso para derrubar a Medida Provisória assinada pelo presidente Lula.

Meta: 2 milhões de assinaturas na primeira leva

A primeira entrega de assinaturas acontecerá amanhã, dia 5/11 e a meta é conseguir até lá 2 milhões de assinaturas.

Participe e divulgue o abaixo assinado:

Campanha Bets nunca mais

A proibição e os bons resultados

 A ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) manifestou apoio ao fim das apostas online no Brasil. Em audiência pública realizada no Supremo Tribunal Federal (STF), a associação defendeu que a interrupção das apostas seja definitiva.

Os principais argumentos apresentados pela entidade incluem:
 
  • Recuperação do poder de compra: A ABRAS sustentou que a proibição das bets favorece a recuperação da renda familiar, permitindo que os recursos voltem a ser destinados ao consumo de bens e serviços essenciais.
  • Impacto no varejo alimentar: Dados da associação indicaram um crescimento no volume de consumo em supermercados, atacarejos e mercearias logo após a publicação da Medida Provisória que barrou as plataformas. O destaque positivo foi observado principalmente nas cestas de produtos essenciais de famílias das classes C e D.
  • Endividamento e consumo essencial: A entidade citou pesquisas apontando que 41% dos apostadores haviam reduzido compras essenciais para jogar, enquanto 81% deles acumulavam dívidas.
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