Esperando o fim do mundo, os Magnatas da Tecnologia constroem seus bunkers, preparando sua salvação para o fim inevitável da humanidade.
Porque estes magnatas acreditam no fim do mundo?
A motivação comum é a proteção (um seguro) para um possível apocalipse. As personalidades mais ricas do mundo preparam seus planos de contingência individuais para uma potencial catástrofe.
Segundo pesquisas realizada com o apoio de IA, os principais medos destes ilustres são:
O Medo da Inteligência Artificial (IA) e da AGI
Para muitos líderes do setor, a maior ameaça não é externa, mas sim aquela que eles mesmos estão ajudando a criar. O temor central é o desenvolvimento da Inteligência Geral Artificial (AGI) — um sistema que superaria a capacidade intelectual humana e poderia se tornar imprevisível ou incontrolável.
Declarações de líderes do setor: Sam Altman (OpenAI) afirmou pensar em abrigos devido a “pessoas que estão jogando bombas no mundo de novo”, mas seu foco principal é a IA. Ilya Sutskever, cofundador da OpenAI, teria sugerido a construção de um bunker para os principais cientistas da empresa antes de lançarem uma AGI.
Ansiedade existencial: Essa preparação reflete a ansiedade de quem está no centro do desenvolvimento tecnológico e teme não conseguir controlar suas próprias criações.
Múltiplas ameaças: Além da IA, os bilionários citam riscos como guerras, pandemias, crise climática e colapso social como motivações para construir esses complexos autossuficientes.
Isolamento e autossuficiência: Os bunkers, como o complexo que Mark Zuckerberg constrói no Havaí, são projetados para serem autônomos, com sistemas próprios de energia e produção de alimentos, para que seus donos possam sobreviver por longos períodos sem depender do mundo exterior.
O fim do mundo que eles ajudam a criar
Os magnatas da tecnologia são corresponsáveis pelos riscos que eles mesmos apontam: perda de controle sobre a IA, catástrofes promovidas pelas mudanças climáticas, caos social, pandemias e outras crises catastróficas.
Estes mesmos riscos são apresentados à sociedade todos os dias, enquanto que os governos que eles sustentam negam veementemente. O exemplo mais claro disso é a Plutocracia que apoia Donald Trump.
Cada um por si no fim do mundo
A elite mostra todo o seu egocentrismo e narcisismo, investindo em soluções individuais para uma ameaça global. Os outros? Eles não contam. Estes semi deuses acreditam que são o melhor da humanidade.
Suas fortunas acumuladas, que poderiam apoiar soluções para toda a humanidade são egoisticamente investidas em suas próprias sobrevivências.
“Eles não se veem como meros participantes do mundo, mas como arquitetos da realidade que possuem uma missão quase divina de reprogramar a civilização. Essa mentalidade é moldada por uma combinação explosiva de racionalidade extrema, otimismo tecnológico e um profundo senso de urgência apocalíptica.”
No fim do mundo, bunkers ou Marte
É interessante conhecer a estratégia de cada um deles,, conforme artigo da revista EXAME
- Mark Zuckerberg: a Fortaleza no Havaí
- Bill Gates: a preparação secreta
- Jeff Bezos: o rancho no… Texas
- Sam Altman: o preparador completo
- Peter Thiel: um refúgio na Nova Zelândia
- Elon Musk: plano de fuga marcial
Fim do mundo, negócio bilionário para poucos
Com o aumento desse mercado, o setor de bunkers de luxo está projetado para atingir US$ 36 bilhões até o final da década. A crescente demanda reflete o crescente temor em relação a eventos catastróficos globais, como guerras nucleares, mudanças climáticas extremas, crises econômicas e desastres biológicos. Esses bunkers, que podem custar de milhões a dezenas de milhões de dólares, não são apenas uma uma solução de sobrevivência, mas também um símbolo de status e exclusividade para os bilionários que estão dispostos a investir em sua própria segurança e conforto, independentemente das condições do mundo exterior.
Revista Exame
Para o resto, a morte
Para o restante da humanidade, a alternativa é a extinção. Afinal, o mundo é um exosistema cheio de defeitos, que ao final os semi deuses não conseguiram consertar.
E o que são estes simples mortais que não conseguem entender a a beleza e a complexidade da tecnologia. Seu destino seria inevitavelmente é o fim dos tempos.
Fazer o que!




